Prefeito diz que parceria com o Estado vai combater e inibir a violência em Ilhéus

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre de Sousa (PSD), disse hoje (25) que projetos na área da segurança pública, em parceria com o governo do estado, estão sendo viabilizados para coibir e prevenir a violência no município. Ele citou como fruto desta parceria o recente envio de viaturas tanto para a Polícia Militar quanto para a Polícia Civil que atuam em Ilhéus e anunciou que a Guarda Civil Municipal vai contribuir com a segurança local com a realização de rondas ostensivas em áreas estratégicas da cidade.

Durante a apresentação das ações dos 100 primeiros dias de gestão, o prefeito prestou uma homenagem ao policial Tyrone Tomaz de Aquino, de quem era amigo. Tyrone foi assassinado na zona sul de Ilhéus no último final de semana, crime de grande repercussão na Bahia. “Não há outra forma de combater o crime que não seja através de uma ação conjunta, onde o estado faça a sua parte e o município invista em iniciativas ligadas ao esporte, à cultura e ao lazer para ganhar a batalha contra o tráfico e salvar a vida dos nossos jovens”, afirmou.

O prefeito também informou que o município prepara um audacioso Plano de Iluminação Pública com um olhar especial para regiões consideradas mais perigosas pela polícia. “Venho tratando deste assunto com o governador Rui Costa, que tem demonstrado todo o seu compromisso em combater o crime no estado”, afirmou. “O Estado, inclusive, tem enviado permanentemente equipes de várias regiões da Bahia para atuar no combate ao tráfico na cidade”, completou.
Em breve, disse Mário Alexandre, o Governo a Bahia vai lançar em Ilhéus o Programa “Ronda Maria da Penha” que prevê a capacitação de policiais militares que executarão a ronda, além da qualificação dos serviços de atendimento, apoio e orientação nas ocorrências policiais envolvendo mulheres vítimas de violência doméstica, para prevenir e reprimir atos de violações de dignidade do gênero feminino no enfrentamento à violência doméstica e familiar; garantir o cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência; a dissuasão e repressão ao descumprimento de ordem judicial; e o encaminhamento das vítimas à Rede de Atendimento à Mulher vítima de violência doméstica no âmbito municipal ou estadual.

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