Educação e Assistência Social debatem “Violência na Escola” durante Encontro de Gestores

A secretária de Educação, Anorina Smith Lima, juntamente com a secretária de Assistência Social, Sandra Neilma Costa, participaram na manhã desta quarta-feira (05), no Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães, de um Encontro de Gestores promovido pelo Núcleo Territorial de Educação – 5º NTE que teve como tema central “Violência Escolar: políticas públicas e práticas educativas para a educação básica”.

O evento conta com o envolvimento e parceria de vários órgãos, como por exemplo, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Assistência Social, Conselho Tutelar, Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, Ministério Público Estadual, Justiça Restaurativa, Polícias Civil e Militar, Creas, além de unidades escolares. A professora Vileide Pacheco Lopes, representante do Núcleo Territorial de Educação (5ª NTE), chama a atenção para a importância de oportunizar o diálogo pedagógico sobre o assunto, para que se consiga fortalecer o meio escolar através da promoção de práticas de prevenção da violência nas escolas.

A secretária de Assistência Social, Sandra Neilma, destaca a necessidade de fortalecer o diálogo no âmbito escolar municipal e estadual, para que sejam construídas boas práticas que resultem na diminuição da violência na escola. “Esta é uma realidade que a sociedade de um modo geral não pode fugir, precisamos de uma ação enérgica, e é isso que estamos buscando fazer. A educação pode mudar o rumo desta história, e nós, como Assistência Social, estamos trabalhando para fortalecer os vínculos familiares, porque toda violência tem origem no seio familiar”, ressalta.

A secretária de Educação, Anorina Smith, salientou a importância de um enfrentamento integrado da violência e do uso de drogas. “Essa temática está na sociedade e consequentemente na escola de uma forma muito agressiva e ficamos felizes por nos unirmos a este Fórum da Rede Estadual, que tem o papel de lançar o alerta para que possamos desenvolver um trabalho integrado”. E finaliza: “precisamos nos preparar para essa situação, ter um novo olhar para as nossas crianças, que muitas vezes vem de lares desestruturados, comprometidos, e que por sua vez, levam seus problemas para as escolas”.

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