Ausência de testemunha retarda decisão do caso Daniel Prata

Aconteceu nesta terça-feira (8) a audiência de instrução do caso do publicitário Daniel Prata, morto em novembro de 2014, no Itaigara, em Salvador, após seu carro ter sido atingido pelo veículo conduzido pelo advogado Roberto João Starteri Sampaio Filho, que dirigia em alta velocidade, conforme confirma laudo. Na ação, o advogado também é acusado de tentativa de homicídio contra a médica Luciana Tavares, que também ocupava o carro do publicitário e continua em tratamento. 

A audiência na 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca do Salvador deveria ter ocorrido no dia 3 de novembro de 2016, foi adiada para 2 de fevereiro deste ano, e remarcada para esta terça, porém não foi concluída. Hoje foi ouvida a testemunha arrolada pelo Ministério Público, socorrista no dia do fato, que confirmou a gravidade dos danos sofridos pela vítima Luciana.

Na sequência, informa nota oficial assinada pelo advogado Adriano Figueiredo, da acusação, “a audiência foi suspensa em razão da ausência justificada da última testemunha arrolada pelo MP, um policial militar em gozo de férias”. Por conta disso, a continuidade da instrução processual foi adiada para o dia 1º de novembro, na mesma Vara.

A acusação afirmou que aguarda “o encerramento da fase de produção probatória em juízo para que se manifeste, com base em provas objetivas (laudo pericial de estado de embriaguez do acusado e laudo pericial que atesta que o réu conduzia veículo em velocidade incompatível com a via, imprimindo aproximadamente o dobro da velocidade permitida (70km/h), ou seja (140km/h), pela pronúncia do acusado”. Ainda de acordo com a nota, “o acusado deverá submetido a julgamento pelo plenário do júri”. 

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