quinta-feira, 25 de março de 2010

Itabuna precisa de R$ 350 milhões para obras de esgotamento sanitário



O secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita reiterou, durante encontro com empresários, que os dois maiores problemas de Itabuna são o abastecimento de água, que depende agora da construção da barragem do rio Colônia – a ser realizada pelo governo do Estado - e o esgotamento sanitário. Atualmente, 99% dos imóveis da cidade têm os esgotos drenados para o Rio Cachoeira e seus afluentes urbanos, aparecendo como exceções o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães e a Maternidade da Mãe Pobre, que possuem sistema de tratamento em operação.

O secretário estimou também que a solução definitiva do problema do saneamento básico em Itabuna teria um custo estimado de R$ 350 milhões, um volume de recursos elevado e que estaria acima da capacidade de investimento da Prefeitura e da própria Emasa. “Mesmo num projeto de longo prazo, teriamos que destinar R$ 35 milhões durante dez anos para uma obra deste porte e que seria definitiva”, avaliou.

Como medidas para atenuar este impacto da carência de esgotamento sanitário, Fernando Vita explica que a prefeitura vem, em conjunto com a Emasa, realizando ações emergenciais em diversos bairros como Nova Ferradas, Zizo, Maria Pinheiro, Pedro Jerônimo e Daniel Gomes, inclusive com a substituição do sistema de esgotamento condominial, que se mostrou ineficiente e vinha gerando sérios problemas para a população. Nestas áreas vêm sendo implantadas rede de esgotamento convencional.

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