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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Bolsonaro lidera pesquisa para presidente; Rui não é citado

Mesmo com a crise na saúde pública e ausência de um ministro titular no Ministério da Saúde em plena pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera todos os cenários de intenção de voto para as eleições presidenciais em 2022.

Em uma pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgada pela revista Veja, Bolsonaro aparece com percentuais entre 27,5% e 30,7%.

Os cenários apontam que ele derrotaria os ex-presidente Lula, o ex-ministro da educação nos governos petistas, Fernando Haddad, que foi derrotado por Bolsonaro em 2018, o apresentador Luciano Huck, colocado com um potencial candidato, o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que fez parte do governo de Bolsonaro até abril deste ano e é visto por muitos como a principal ameaça ao presidente.

Visto como um nome forte dentro do PT para 2022, o governador Rui Costa (PT) não foi citado na pesquisa.

O estudo foi realizado entre os dias 18 e 21 de julho.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Pesquisa revela que brasileiros confiam mais em Bolsonaro que em Bonner

Bonner e BolsonaroLevantamento do Paraná Pesquisa para o Diário do Poder e a coluna de Cláudio Humberto no JC Online avaliou em quem o brasileiro confia mais: no presidente Jair Bolsonaro ou William Bonner, apresentador do Jornal Nacional, alvo frequente de críticas dos bolsonaristas e principal símbolo da Globo.

O presidente foi escolhido por 37,9% do total, enquanto 32,6% acham que o jornalista merece mais credibilidade. Nenhum dos dois foi a escolha de 25,1% e outros 4,4% não sabem. O Paraná Pesquisa ouviu 2.390 pessoas em todo o País.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Pesquisadores querem usar vacina da pólio no combate à covid-19

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo. Pesquisadores da equipe do Hospital Professor Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estudam a viabilidade de se usar a vacina contra poliomielite (mais comumente chamada de paralisia infantil) no combate à covid-19. A expectativa é de que a substância seja usada não como imunização contra o novo coronavírus, mas no fortalecimento do sistema imunológico, reduzindo as chances de se contrair a infecção ou, ao menos, atenuando os sintomas graves do quadro clínico. 

Em entrevista concedida à Agência Brasil, o coordenador da pesquisa, Edison Fedrizzi, explicou que a possibilidade vem sendo estudada em todo o mundo, inclusive pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos. 

"O que há de pesquisa hoje é, justamente, procurando uma vacina que estimule a produção de anticorpos contra a covid-19. O que estamos propondo agora é utilizar alguma dessas vacinas que temos no nosso meio, já disponíveis, para estimular essa primeira etapa [de defesa do organismo]. Como não é uma vacina contra o novo coronavírus, não vamos produzir anticorpos contra ele. O que queremos é fazer uma barreira protetora, inicial, para que o indivíduo não desenvolva a infecção, caso entre em contato com o vírus. Pensamos que poderíamos, também através desse estímulo de defesa, diminuir a gravidade da doença", detalhou. 

Para avaliar se o método é eficaz, o grupo de pesquisadores da UFSC pretende selecionar 300 voluntários, todos trabalhadores da área da saúde. A escolha desse segmento se deve ao fato de que estão mais expostos à covid-19 e podem ser beneficiados pelo projeto mais diretamente. Metade deles irá receber a vacina oral de poliomielite (VOP) e a outra metade receberá placebo.

De acordo com o pesquisador, como vacina emergencial, foram consideradas outras duas opções: a BCG, que protege contra tuberculose, e a de sarampo. Ambas também já estão sendo testadas por cientistas. "Todas têm como característica o microorganismo vivo, mas atenuado. Esses tipos de vacina provocam uma resposta imunológica, essa que nós queremos estimular, a inata, muito grande, importante, diferente de outras vacinas, em que temos apenas a proteína ou o microorganismo morto, como a de hepatite, a do HPV", esclareceu Fedrizzi.

"Tínhamos essas três candidatas a essa função. Vimos algumas discussões, principalmente do CDC, do virologista Robert Gallo, falando que a vacina da pólio tem muitas vantagens, porque não seria uma medicação injetável, seria via oral, com rápida resposta, uma vacina barata, segura e com a qual temos grande chance de termos essa proteção", comentou o coordenador, salientando que a vacina específica contra o Sars-coV-2, como a que está sendo desenvolvida pelo Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), da Universidade de São Paulo (USP), ainda pode demorar vários meses para ficar pronta.

"O que observamos em outros países é que a vacina de poliomielite passou a ser incorporada junto com outras, no calendário da criança, de forma injetável. Então, perdeu um pouco desse perfil de estimular a imunidade inata que a oral nos dá. Nós temos uma facilidade enorme em relação a países que já trocaram a vacina oral pela injetável: o fato de termos disponível a forma oral, produzida pela Bio-Manguinhos [Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos], que é barata e é oferecida no Programa Nacional de Imunizações. E aqui também temos a indicação dessa vacina para adultos quando vão viajar para algum país que tenha a doença como endêmica. Então, pessoas adultas, quando vão para esses locais, recebem essa recomendação", acrescentou.

De acordo com o Ministério da Saúde, a poliomielite ainda aparece com alta incidência no Afeganistão, na Nigéria e no Paquistão. Desde 1990, o poliovírus selvagem não é identificado no Brasil e, em outubro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) repercutiu o anúncio, feito por uma comissão independente de especialistas, de que o poliovírus selvagem tipo 3 foi erradicado em todo o mundo, de forma que somente o tipo 1 ainda circula.

Segundo Fedrizzi, a equipe tem conseguido apoio para desenvolver o projeto, mas ainda precisa ampliar o aporte de recursos para iniciar as pesquisas. Para que possa seguir com o cronograma desenhado, aguarda retorno do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Saúde, a quem submeteu a proposta para obtenção de recursos, e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Até o momento, os pesquisadores se reuniram com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pela Bio-Manguinhos, e conseguiram verbas da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Outro requisito cumprido foi a anuência do comitê de ética da UFSC.

O coordenador ainda destacou que, apesar de estarem contando com o indicativo de que a vacina de poliomielite possa ser empregada para esse fim, é preciso entender que não se trata de uma certeza. “Temos bastante evidências de que isso pode funcionar, mas não podemos dizer que isso vai funcionar”, destacou.

“Não podemos correr o risco de fazer o que a gente vê que está acontecendo, que é quando sai na mídia 'olha, tem uma medicação que vai ser testada e, possivelmente, tenha uma ação contra o coronavírus', e as pessoas acabam indo às farmácias e esgotando a medicação. Então, gostaria de que as pessoas tivessem um pouco de calma, porque é um estudo e temos bons argumentos de que possa funcionar. Assim que a gente tiver os resultados, a gente vai divulgar." 

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Coronavírus já circulava no Brasil em fevereiro, estima pesquisa

O Carnaval de Salvador
O novo coronavírus já circulava no Brasil na primeira semana de fevereiro, antes mesmo de ter sido confirmado o primeiro caso vindo do exterior, estima uma pesquisa liderada pelo Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). Segundo o estudo, a transmissão comunitária do vírus começou por volta de 4 de fevereiro, ao menos 20 dias antes de o primeiro caso ter sido diagnosticado em um viajante que chegou da Itália, em 26 de fevereiro.

A pesquisa indica que a circulação do Sars-CoV-2 já ocorria no Brasil quase 40 dias antes da transmissão comunitária ter sido confirmada em São Paulo e no Rio de Janeiro, em 13 de março. Como a chegada do vírus precede a transmissão comunitária, os dados indicam que sua introdução no Brasil se deu no fim de janeiro.

Os pesquisadores também analisaram dados internacionais, e sua metodologia confirmou outros estudos que apontam o início da transmissão comunitária na Europa entre meados de janeiro e o início de fevereiro. Em Nova York, epicentro da covid-19 nos Estados Unidos, a transmissão comunitária teria começado no início de fevereiro. Em todos os casos, a circulação do vírus teve início entre duas e quatro semanas antes das primeiras confirmações de casos em viajantes.

O estudo foi publicado na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz e contou com a participação do Laboratório de Aids e Imunologia Molecular do IOC/Fiocruz, da Fiocruz-Bahia, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e da Universidade da República (Udelar), no Uruguai. Diante da urgência de informações científicas sobre a doença, a publicação se deu na seção fast-track dedicada a estudos sobre a pandemia. A íntegra pode ser conferida aqui.

Segundo o estudo, encontrar o início da transmissão comunitária por meio de análises genéticas tem como obstáculo o curto período de tempo desde o início da epidemia e a quantidade limitada de genomas do Sars-CoV-2 que já foram sequenciados na maioria dos países.
Início da circulação do novo coronavírus
Os pesquisadores desenvolveram, então, um método estatístico para estimar o início da transmissão comunitária a partir do número de óbitos nas primeiras semanas. O total de mortes é considerado o dado mais confiável, devido à carência de testes e ao grande número de casos assintomáticos. A partir desse dado, os cientistas consideraram que o tempo médio entre a infecção e o óbito é de três semanas e que a taxa de mortalidade gira em torno de 1%.

Para confirmar a validade do método, o cálculo foi aplicado em casos dos Estados Unidos e da China, onde já havia uma data determinada para o início da transmissão comunitária a partir da análise genética do Sars-CoV-2. Os resultados obtidos com o cálculo estatístico foram semelhantes aos da análise genética.

O IOC destaca que a pesquisa corrobora outras evidências de que o coronavírus começou a circular no Brasil antes do primeiro caso oficialmente confirmado.

Uma delas é a hospitalização de pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG), medida pelo sistema Infogripe, da Fiocruz. O número de internações encontra-se acima do observado em 2019 desde meados de fevereiro.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

IBGE começa a pesquisar incidência de covid-19 na população

Pedestre utiliza máscara de proteção contra covid-19 na avenida Paulista.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começou, nesta segunda-feira (4), a aplicar um questionário sobre a incidência de covid-19 na população. A pesquisa será feita por telefone, com 193,6 mil domicílios, distribuídos em 3.364 municípios de todos os estados. O trabalho será feito por 2 mil agentes do IBGE. Os detalhes da pesquisa foram divulgados durante coletiva de imprensa pela internet.

A amostra da nova pesquisa foi definida pelo IBGE utilizando a base de 211 mil domicílios que participaram da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua no primeiro trimestre de 2019 e selecionou aqueles com número de telefone cadastrado.

Segundo o instituto, as entrevistas duram aproximadamente 10 minutos e os moradores que receberem o telefonema podem confirmar a identidade dos agentes de coleta por meio do site Respondendo ao IBGE ou do telefone 0800 721 8181, e informar matrícula, RG ou CPF do entrevistador. Os primeiros resultados têm divulgação prevista para maio, segundo a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Maria Lucia Vieira.

“Nosso cronograma de coleta vai depender da extensão da pandemia, mas planejamos divulgar os resultados semanalmente, às sextas-feiras”, explicou. Segundo ela, os dados para Brasil e grandes regiões serão disponibilizados semanalmente, enquanto as informações por estado serão mensais.

Maria Lucia explicou que a PNAD-Covid está sendo feita pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, por telefone, para identificar pessoas que eventualmente tenham apresentado algum sintoma, mas sem procurar atendimento de saúde, ficando invisibilizados no sistema.

“Um dos objetivos é fazer o acompanhamento da população que apresentou algum sintoma da síndrome gripal, seja febre, dificuldade de respirar, dor, falta de paladar e olfato, e quantificar essas pessoas para que a gente tenha uma ideia do tamanho da população que teve esses sintomas e não procuraram atendimento médico, ficando fora dos registros do Ministério da Saúde”, explicou Maria Lucia.

Segundo ela, outra meta da pesquisa é mapear os efeitos do coronavírus sobre a dinâmica do mercado de trabalho. “Outro objetivo é tentar entender como a pandemia afetou o mercado de trabalho. Como afetou a ocupação das pessoas, quais foram os setores de atividades da economia que foram os mais atingidos, como as pessoas estão se adaptando quanto ao trabalho remoto”.

Segurança
A coordenadora do IBGE destacou que uma das preocupações é quanto à segurança dos entrevistados, destacando que o pesquisador não fará perguntas sobre dados financeiros, como números de contas bancárias ou cartões de crédito, por exemplo.

“O entrevistador do IBGE, quando entrar em contato com o domicílio, vai se identificar, através do nome, matrícula e identidade. Essas informações podem ser verificadas no site do IBGE ou através do nosso telefone, 0800 721 8181. O morador pode solicitar que o pesquisador mande a foto do crachá dele pelo Whatsapp. A gente faz esse apelo, que a população atenda o IBGE, e responda, pois as informações são de extrema importância, para que a gente possa fazer esse acompanhamento. O IBGE não faz nenhuma pergunta sobre conta bancária, senha, nada que possa colocar a população em risco, em ter de golpes financeiros. As perguntas são sobre trabalho e saúde, apenas”, disse Maria Lúcia.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Datafolha: Flamengo tem maior torcida do país com 20%; veja lista

Pesquisa nacional divulgada pelo Instituto Datafolha nesta terça-feira 17 aponta o Flamengo como dono da maior torcida do Brasil, com preferência de 20% dos entrevistados. A parcela que se declarou torcedora do clube carioca é um pouco menor do que o total de brasileiros que disseram não torcer por nenhum time (22%).

Em segundo lugar entre os clubes com maior torcida, o levantamento mostra o Corinthians (14%). Em relação à última pesquisa divulgada pelo instituto com essa temática, realizada em janeiro de 2018, o percentual dos que se declararam flamenguistas foi de 18% para 20% (dentro da margem de erro), enquanto o clube alvinegro paulista manteve uma taxa de 14%.

As duas agremiações aparecem com as maiores torcidas em todas as classes sociais e nas cinco regiões do país, quase sempre com vantagem flamenguista. A exceção é no Sudeste, onde o instituto diz que o Corinthians tem 18% das preferências, contra 17% do Flamengo.

As variações em relação á última pesquisa mostram estabilidade nas outras torcidas mais bem colocadas: São Paulo (8%), Palmeiras (6%), Vasco (4%) e Cruzeiro (4%) aparecem na sequência repetindo o desempenho de 2018. O Grêmio teve pequeno crescimento (de 3% no ano passado para 4%), enquanto Santos (3%), Internacional (3%) e Atlético-MG (2%) permaneceram com números iguais.

Foram ouvidas 2.878 pessoas, todas com mais de 16 anos, em 175 municípios de todo o país, entre os dias 29 e 30 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja a lista das torcidas mais bem colocadas que obtiveram ao menos 1% das respostas, considerando todo o Brasil:

Levantamento Datafolha – Torcidas do Brasil 2019

Não torcem para nenhum time (22%)

1. Flamengo (20%)

2. Corinthians (14%)

3. São Paulo (8%)

4. Palmeiras (6%)

5. Vasco (4%)

Cruzeiro (4%)

Grêmio (4%)

8. Internacional (3%)

Santos (3%)

10. Atlético-MG (2%)

seleção brasileira (2%)

12. Botafogo (1%)

Bahia (1%)

Fluminense (1%)

Sport (1%)

Santa Cruz (1%)

Fortaleza (1%)

Vitória (1%)

Ceará (1%)

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:
  • Jair Bolsonaro (PSL): 59%
  • Fernando Haddad (PT): 41%
  • No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 58% e Haddad, 42%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:
  • Jair Bolsonaro (PSL): 50%
  • Fernando Haddad (PT): 35%
  • Em branco/nulo/nenhum: 10%
  • Não sabe: 5%

domingo, 7 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro tem 51,2% dos votos válidos, aponta Instituto Veritá

O Instituto Veritá divulgou na noite deste sábado (6) o último levantamento antes das eleições.

A sondagem confirmou o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, à frente da disputa.

De acordo com o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL) venceria no primeiro turno com 51,2% dos votos válidos.

Neste mesmo contexto, Fernando Haddad, candidato petista, aparece com 23,2% dos votos.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 10,4%.

Os demais candidatos, juntos, pontuaram 15,4%.

Confira os números:

Jair Bolsonaro (PSL) – 51,2%
Fernando Haddad (PT) – 23,2%
Ciro Gomes (PDT) – 10,4%
Geraldo Alckmin (PSDB) – 5,2%
João Amoêdo (Novo) – 3,6%
Marina Silva (Rede) – 1,7%
Alvaro Dias (Podemos) – 1,2%
Cabo Daciolo (Patriota) – 1,2%
Henrique Meirelles (MDB) – 0,81%
Guilherme Boulos (PSOL) – 0,80%
Eymael (DC) – 0,10,2%
Vera Lúcia (PSTU) – 0,10,1%
João Goulart Filho (PPL) – 0,10,1%

Registrada no TSE sob o número br-03229/2018, a pesquisa foi realizada entre os dias 2 a 5 de outubro de 2018.

Foram ouvidas 5.308 pessoas A margem de erro é de 2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Segundo a legislação eleitoral, as pesquisas eleitorais podem ser divulgadas até mesmo no dia da eleição, desde que estejam devidamente registradas no juízo eleitoral competente e observem o prazo previsto para a divulgação, bem como os seus requisitos, dos quais encontram-se perfeitamente preenchidos nesta matéria.

sábado, 30 de setembro de 2017

Lula lidera cenários para 2018 com pelo menos 35% das intenções de voto, diz Datafolha

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua na liderança de possíveis cenários para corrida presidencial de 2018, com pelo menos 35 por cento das intenções de voto em primeiro turno, mostrou nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado.

Condenado em primeira instância pelo juiz federal Sérgio Moro, Lula aparece como vencedor em um eventual segundo turno, com exceção de uma disputa hipotética contra o próprio Moro. Os dois têm empate técnico, segundo o site do jornal Folha de S.Paulo.

O levantamento ainda aponta o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) empatados em segundo lugar, com ele oscilando entre 16 e 17 por cento e ela entre 13 e 14 por cento em eventual disputa com o ex-presidente.

Conforme o Datafolha, tanto o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin , quanto o prefeito da capital paulista, João Dória, ambos do PSDB, atingem 8 por cento das intenções de voto em um cenário que inclui Lula, Bolsonaro e Marina como adversários.

Em um segundo turno, o ex-presidente pela primeira vez leva vantagem sobre todos os concorrentes, exceto Moro. Na pesquisa divulgada em junho, Lula já tinha mais intenções de votos que seus principais adversários, mas empatava com Marina e o juiz federal em um segundo turno.

A candidatura do ex-presidente pode ser inviabilizada caso ele seja condenado em segunda instância. Neste caso, 26 por cento disseram que votariam com certeza em alguém indicado por ele, mostrou o Datafolha.

A pesquisa completa será publicada na edição de domingo do jornal Folha de S.Paulo.

O levantamento, realizado nos dias 27 e 28 de setembro, ouviu 2.772 pessoas em 194 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

domingo, 30 de abril de 2017

Lula lidera e Bolsonaro chega a 2º lugar, diz Datafolha

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança na corrida para a Presidência em 2018 segundo a primeira pesquisa do Datafolha após a delação da Odebrecht à Operação Lava Jato. Apesar de ser um dos nomes citados nos depoimentos, Lula chega a 30% das intenções de votos e amplia a distância dos demais possíveis candidatos. Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparecem em seguida. 

O político de extrema direita subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos cenários em que disputam, respectivamente, os tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin. Em ambos os casos Bolsonaro surge tecnicamente empatado com Marina. Em simulações de segundo turno, a candidata da Rede e o juiz Sérgio Moro são os únicos que vencem Lula. 

A pesquisa também aponta que nomes relevantes do PSDB e o atual presidente Michel Temer (PMDB) sofrem com altos índices de rejeição. Temer, com 64%, lidera o ranking, seguido por Lula (45%), Aécio (44%) e Alckmin (28%). Quem ganha com a queda da popularidade dos colegas do PSDB é João Dória. Com baixa rejeição (16%), o prefeito de São Paulo desponta como um possível presidenciável. Contudo, ainda surge abaixo de Lula, Marina e Bolsonaro nas intenções de votos em um primeiro turno. 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Pesquisa revela as fantasias sexuais mais comuns entre homens e mulheres

Pesquisadores da Universidade de Montreal, em Quebec, Canadá, entrevistaram mais de 1,5 mil pessoas com aproximadamente 30 anos para descobrir suas fantasias sexuais. Na pesquisa, foram apresentadas 55 desejos a 799 homens e 718 mulheres, tanto heterossexuais quanto gays, nas quais os voluntários deveriam dar notas de 1 a 7 (sendo 1 para 'não concordo' e 7 para 'concordo totalmente').

Além das 55 opções, os voluntários descreveram com detalhes suas fantasias favoritas que não estivessem na lista.

“As teorias da evolução biológica não conseguem explicar essas fantasias”, disse Christian Joyal, um dos pesquisadores, afirmando ainda que homens têm mais fantasias e conseguem descrevê-las sem medo, tendo uma maior vontade de realizá-las.

O resultado categorizou as fantasias em: 2,3% para os desejos raros, 15,9% ou menos para incomuns, 50 a 84,1% para comuns e acima de 84,1% para típicas. Entre os desejos incluídos, sexo com animal foi classificado como raro, sexo com prostituta como incomum e sexo oral como típico.

Veja o resultado:

domingo, 26 de outubro de 2014

Aécio abre quatro pontos de vantagem e consolida liderança a um dia da eleição

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre os dias 24 e 25 de outubro mostra a consolidação da liderança do candidato do PSDB, Aécio Neves, a um dia das eleições. Segundo o levantamento que entrevistou dois mil eleitores de 24 Estados, Aécio soma 52,1% dos votos válidos, contra 47,9% da presidenta Dilma Rousseff. A diferença é de 4,2 pontos percentuais, o equivalente a 5,8 milhões de eleitores. Se for considerado o número total de votos, Aécio aparece com 45,7% e Dilma com 42%.  
Em se tratando da véspera do dia da eleição, é uma vantagem que praticamente decide a disputa em favor do tucano, que, em franca ascensão, tem atraído o maior número de eleitores indecisos nesta reta final. Esse movimento passou a ficar mais evidente na esteira das denúncias de corrupção que associam a presidenta Dilma ao escândalo da Petrobrás e depois do debate da TV Globo, realizado na sexta-feira.
A pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios ainda revela que o índice de rejeição à candidatura da petista Dilma Rousseff permanece bastante elevado – 42,5% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição a Aécio é de 35,3%. A taxa de rejeição, segundo Ricardo Guedes, diretor do instituto, indica a capacidade de crescimento dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de ascensão.   
PESQUISA ISTOÉ/SENSUS
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral
BR-01193/2014
Entrevistas – 2000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – Entre 24 e 25 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%, Confiança = 95%

sábado, 25 de outubro de 2014

Aécio ultrapassa Dilma na pesquisa CNT/MDA

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, aparece à frente na pesquisa de intenção de voto CNT/MDA divulgada neste sábado (25). O tucano tem 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% de Dilma Rousseff.

A pesquisa mostra uma inversão da tendência apresentada pelo instituto anteriormente. No último levantamento CNT/MDA, o tucano contava com 49,5% dos votos válidos, e Dilma 50,5%, com a petista em ascensão.

Agora, segundo o instituto, é Aécio quem mostra mais condições de vencer o pleito deste domingo (26).

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 24 de outubro. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios em 25 unidades da Federação.

Na votação total, Aécio aparece com 45,3% dos votos, contra 44,7% de Dilma. Brancos, nulos e indecisos somaram 10%.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa realizada entre 23 e 24 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR - 01199/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Datafolha: Aécio sobe e empata tecnicamente com Dilma

Pesquisa Datafolha divulgada na tarde deste sábado aponta que o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, recuperou terreno na véspera das eleições e está tecnicamente empatado com a presidete-candidata Dilma Rousseff (PT), no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. Segundo o levantamento, encomendado pelo jornal Folha de S. Paulo e pela TV Globo, a petista lidera a corrida com 52% das intenções de votos válidos (excluídos brancos, nulos e os eleitores indecisos), e o tucano tem 48%.

Na sondagem anterior, feita pelo instituto, nos dias 22 e 23, Dilma marcava 53%, e Aécio tinha 47%.

Se considerados os 5% de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo e outros 5% de indecisos, Dilma tem 47% das intenções de voto, e Aécio, 43%.

O instituto entrevistou 19.318 eleitores, em 400 municípios brasileiros, na sexta-feira e neste sábado. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-1210/2014.
DataFolha/ReproduçãoPesquisa eleitoral 25/10
Pesquisa eleitoral 25/10

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Calma, gente! Os institutos de pesquisa erram sempre a favor do PT…

Muitos ficaram desanimados com as pesquisas recentes do Datafolha, e os próprios investidores acusaram o golpe: as estatais despencaram e o Ibovespa já voltou para os 52 mil pontos.
Fonte: Infomoney
Fonte: Infomoney

Quem sabe o que mais quatro anos de PT representariam para nossa economia (e democracia) entra em pânico mesmo, com razão. Razão por antecipar a desgraça que seria para o Brasil uma reeleição de Dilma, mas não necessariamente por acreditar nas pesquisas. Seu histórico é ruim, e com um importante “detalhe”: os erros tendem a favorecer sempre os petistas e prejudicar os tucanos.
Um leitor preparou e me mandou a seguinte tabela:
Pesquisas eleitorais

O que podemos ver é que tanto o Ibope como o Datafolha acabaram superstimando os votos no PT e subestimando os votos no PSDB nas últimas eleições. Não digo que seja algo deliberado. Talvez haja alguma explicação metodológica, de amostragem, não sei. Mas o fato é esse: os tucanos costumam ter mais votos do que as pesquisas apontam, e os petistas menos.
Portanto, patriotas, não é hora de desanimar, e sim de arregaçar as mangas e trabalhar dobrado para livrar o Brasil dessa máfia corrupta e autoritária…

PESQUISA SENSUS: Aécio lidera com nove pontos de vantagem sobre Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.

De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.

Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.

No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.

PESQUISA ISTOÉ/Sensus

Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

sábado, 18 de outubro de 2014

NOVA PESQUISA SENSUS: Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.
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São Paulo (SP)
No maior colégio eleitoral, o PSDB
prepara uma vitória sem precedentes
Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.
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Contagem (MG)
Petistas tentam evitar crescimento tucano na terra de Aécio
Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando a mesma tática. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.
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No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.
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UNIDADE
Marina e Aécio se encontram
em São Paulo na sexta-feira 17
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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa

Primeira pesquisa ISTOÉ\Sensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais. O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal. “Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%.

A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. “O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos. No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. “A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes. O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉ\Sensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste. 

No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segundo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.

PESQUISA ISTOÉ|Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014
Margem de erro – +/- 2,2%
Confiança – 95%
Fonte: Veja

domingo, 5 de outubro de 2014

Ibope prevê que mais da metade dos estados terá segundo turno

Nas eleições de 2010, 18 novos governadores foram eleitos já no primeiro turno. Quatro anos depois, as últimas pesquisas feitas pelo Ibope nos 26 estados e no Distrito Federal indicam que apenas 13 candidatos poderão comemorar sua eleição para governador no fim do dia de hoje. 

Entre os estados que o Ibope indica que os governadores serão eleitos no primeiro turno estão os dois maiores colégios eleitorais do país. Em São Paulo (22% do eleitorado), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) é favorito à reeleição com 57% dos votos válidos pela pesquisa divulgada ontem. Em Minas, o ex-ministro Fernando Pimentel (PT) é apontado pelo Ibope como favorito para vencer hoje com 54% dos votos válidos. Mapa abaixo com os resultados de todas as pesquisas mostra ainda que não deve haver segundo turno em estados como Paraná, Pernambuco, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Alagoas e Tocantins.

A eleição deve ir para o segundo turno - pelas pesquisas divulgadas sexta e ontem - no Rio de Janeiro (3º maior colégio eleitoral), na Bahia (4º) e no Rio Grande do Sul (5º maior eleitorado).

Hoje, pesquisadores do Ibope em todo o país fazem a pesquisa de boca de urna, que deve ser divulgada a partir de 17h na TV Globo/TV Bahia.

sábado, 4 de outubro de 2014

Com 36% de intenção de votos, Rui Costa e Paulo Souto aparecem empatados em última pesquisa Ibope

A pouco mais de 12h do início das Eleições 2014, os candidatos Rui Costa (PT) e Paulo Souto (DEM) aparecem empatados na última pesquisa de intenção de votos ao Governo do Estado da Bahia. Segundo dados da pesquisa divulgada no início da noite deste sábado (4), pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), encomendada pela TV Bahia, os dois pontuam 36%. 

Na primeira pesquisa, divulgada em 23 de julho, Paulo Souto aparecia com 42% das intenções de votos, enquanto Rui Costa com 8%. Na segunda, divulgada em 27 de agosto, o candidato do DEM aparecia com 44% e o do PT com 15%. Na terceira e na quarta, divulgadas nos dias 10 e 24 de setembro, respectivamente, Souto aparecia com 46% e 43%, enquanto Rui com 24% e 27%. 

A candidata Lídice da Mata (PSB), que aparecia em segundo lugar na primeira pesquisa, com 11% das intenções de voto , atingiu 9%,6%,7%, nas pesquisas subsequentes, e, agora, 4%. Os candidatos Marcos Mendes (PSOL), Renata Mallet (PSTU) e Da Luz (PRTB) alcançaram 1% das intenções de votos nessa última pesquisa.  

O cálculo da porcentagem de intenção de votos considera os número de votos brancos e nulos (10%) e dos eleitores que não souberam ou não opinaram (12%). 

Considerando somente o cálculo de votos válidos - não entra na amostra os votos brancos, nulos e indecisos - Rui e Souto  também aparecem empatados com 46%; Lídice, com 5%; e Marcos Mendes, Da Luz e Renata Mallet, com 1%.  

O Ibope também fez uma simulação do segundo turno entre Rui Costa e Paulo Souto. Nela, os dois aparecem empatados na intenção de votos, com 39%. Os votos brancos e nulos em um segundo turno alcançaram 11%, bem como os eleitores que não souberam ou não opinaram. 

O Ibope ouviu 2.002, entre os dias 1 e 4 de outubro. A pesquisa está registrada no TRE com o número 00031/2014 e no TSE com 01019/2014. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro de 2%.