terça-feira, 3 de junho de 2014

Secretário de justiça pede exoneração após denúncias de abuso sexual

O secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia (SJCDH), Almiro Sena, pediu exoneração do cargo na tarde desta terça-feira (3). O pedido acontece seis dias após a acusação de abuso sexual feita pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) contra o secretário.

Segundo a assessoria da secretaria, o pedido de exoneração foi encaminhado para o governador Jaques Wagner, que deve dar uma resposta sobre o caso nos próximos dias. Ele não se pronunciou sobre a razão do pedido. De acordo com o MP, o processo corre em sigilo de justiça.

A representação formulada contra o secretário foi feita na tarde da última quarta-feira (28), depois que servidoras da secretaria acusaram o promotor Almiro Sena de cometer assédio sexual.

A quantidade das servidoras que prestaram queixa contra Almiro Sena, assim como a identidade delas, estão sob proteção. Empossado em janeiro de 2011, o secretário integrou o Conselho Estadual de Direitos Humanos entre 2008 e 2009, além de atuar como promotor há 22 anos.

Credenciais para Croácia x Austrália começam a ser entregues na quinta

Os profissionais de imprensa que se credenciaram para a cobertura do amistoso entre Croácia e Austrália, na próxima sexta-feira (6), no Estádio de Pituaçu, em Salvador, deverão comparecer ao estádio na quinta-feira (5), das 13h às 17h, e no dia da partida, das 10h às 17h, para retirar suas credenciais.

A entrega será realizada pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) e o acesso será feito pela Tribuna de Honra, na quinta, e pelo portão Oeste, na sexta. Para a retirada da credencial, cada profissional deverá apresentar documento de filiação a uma das seguintes entidades: ACEB, ABRACE, ABCD e ARFOC. Mesmo tendo se credenciado, o profissional não terá acesso ao jogo se não possuir filiação a uma destas associações.

Para o dia do amistoso, foram definidos alguns detalhes. Devido ao espaço restrito, a FBF, CBF e FIFA decidiram que apenas profissionais/repórteres de TV e rádio e fotógrafos terão acesso ao campo de jogo. Estes profissionais receberão, no acesso ao gramado, um colete e uma pulseira e precisarão entregar ao preposto da FBF seu documento de identificação profissional, que será devolvido após a entrega do colete, ao final do confronto.

Os demais profissionais, de sites, impresso entre outros terão acesso apenas ao local destinado à imprensa, próximo à arquibancada e cadeiras do estádio. Já a entrada no estádio, para todos, ocorrerá pelo último portão do setor Oeste.

A FBF deseja um ótimo trabalho a todos e pede que fiquem atentos às instruções listadas acima.

Dois morrem em batida com carro de prefeitura na BA-250

Duas pessoas morreram e três se feriram em um acidente na noite desta segunda-feira (2) envolvendo um carro da prefeitura de Lajedo do Tabocal na BA-250, entre Lajedo e Maracás, segundo a Polícia Rodoviária Estadual. O acidente aconteceu por volta das 18h de hoje no KM 33 da rodovia.
Um Uno da Secretaria Municipal de Saúde de Lajedo do Tabocal, que seguia com trabalhadores do órgão, foi atingido na lateral por um Fiat Strada, também placa de Lajedo. Segundo o Blog do Marcos Frahm, a PRE acredita que o motorista Strada perdeu o controle ao passar por uma curva, rodou na pista e acabou batendo no veículo da prefeitura.
O motorista do Uno da prefeitura, José Evangelista Fróes Neto, 29 anos, e o passageiro Roberto Souza Brito morreram no local. Dulcidalva Argolo Santos, 50 anos, e uma técnica de enfermagem identificada como Ismênia sofreram ferimentos e foram levadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié.
Valdenison dos Santos, motorista da Strada, também ficou ferido e foi socorrido para o mesmo hospital que as outras vítimas. Os corpos dos dois mortos seguiram para o Instituto Médico Legal (IML) de Jequié.

Em teste pra Copa, PM usa robô para retirar bomba de banco na Baixa dos Sapateiros

Alvo de ataque com explosivos na madrugada da segunda-feira (2), a sala de autoatendimento do Banco do Brasil da Baixa dos Sapateiros amanheceu completamente destruída. Durante a ação, os bandidos chegaram a trocar tiros com a polícia, e abandonaram dois cartuchos de emulsão em gel – que seriam utilizados para explodir outros caixas -, os quais só foram retirados e neutralizados pela Companhia de Operações Especiais (COE), da Polícia de Choque, horas depois.
O ataque ocorreu por volta das 4h. Segundo a Polícia Militar, quatro bandidos arrombaram a porta de vidro da agência e utilizaram um cartucho de emulsão em gel (similar a uma dinamite) para explodir um dos caixas eletrônicos. 
O impacto da explosão provocou a queda de parte do forro do teto e deixou vários móveis revirados. Entre os estilhaços de vidro na calçada ainda foram encontrados pelos policiais várias cápsulas de munição e máscaras que teriam sido usadas pelos criminosos.
TIROTEIO
Logo após a detonação dos explosivos, o alarme da agência disparou e a Central de Telecomunicações da Polícia Militar (Centel) foi acionada. Com a chegada de uma das viaturas, o bando iniciou uma troca de tiros com a polícia e fugiu em um Voyage branco, na contramão da via. Na perseguição, a viatura da PM colidiu levemente contra um  veículo de outra guarnição, que chegava ao local para dar reforço. 
Agente especializado controla robô antibomba usando um joystick(Foto: Mauro Akin Nassor)
O contratempo foi suficiente para facilitar o escape da quadrilha pelo Aquidabã. “Eles (bandidos) estudaram a área e sabiam que, chegando no Aquidabã, poderiam usar três caminhos: Comércio, Nazaré e Sete Portas. Optaram por Nazaré e despistaram a viatura na região da Bonocô”, explica o subtenente do 18º BPM Roberto Filho, coordenador da área.
Nas primeiras horas da manhã, a destruição parcial do banco e a operação montada para eliminar os riscos que envolviam os materiais deixados para trás pelos bandidos atraíram curiosos ao local. A PM isolou a área até a chegada da Companhia de Operações Especiais (COE), responsável pela eliminação dos riscos. 
ROBÔ
A operação durou cerca de duas horas, desde o reconhecimento do local até a neutralização dos artefatos. O primeiro agente mecanizado a entrar em ação foi o robô antibomba, controlado através de um controle remoto semelhante a um joystick de videogame. O equipamento fez o reconhecimento do ambiente onde os cartuchos de emulsão foram deixados, passando imagens em tempo real para um computador localizado do outro lado da rua.
Policiais do COE mexem em robô que removeu explosivos de agência(Foto: Mauro Akin Nassor)
Em seguida, o robô conduziu os dois cartuchos explosivos, que estavam na agência, até o meio da rua, onde foram neutralizados por um canhão disruptor - equipamento que utiliza um jato de água para romper o artefato sem acioná-lo.
Após a neutralização dos explosivos, um agente do COE, trajando uma roupa resistente a explosões que pesa 38 kg, vistoriou toda a área onde ficaram os restos de explosivos e a parte interna do banco para se certificar da eliminação da ameaça.
LEGADO DA COPA
De acordo com o comandante do Batalhão da Polícia de Choque, tenente-coronel Paulo José Coutinho, os equipamentos utilizados na operação foram adquiridos no ano passado para integrar o sistema de segurança dos grandes eventos internacionais que acontecem em Salvador, a exemplo da Copa do Mundo.
“Esse equipamento normalmente é usado em situações onde os homens podem ficar expostos a perigos. Por isso o robô vai lá e realiza o procedimento sem comprometer o bem-estar do policial”, explica o comandante.
Robô leva explosivo para o meio da rua, onde material é inutilizado
(Foto: Mauro Akin Nassor)
Finalizada a operação, o tráfego da rua foi liberado e a agência ficou à disposição dos peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O Banco do Brasil não confirmou se alguma quantia foi levada na ação. A agência permanecerá fechada até a realização de um estudo de perdas e danos, além da realização dos reparos.
Segundo o boletim do Sindicato dos Bancários da Bahia, esse foi o 17º ataque a agências ou terminais de autoatendimento em Salvador, este ano. Destes, em sete foram utilizados explosivos.

Caso Rio Real completa 6 meses e PM ainda não tem conclusão

“A investigação só conclui com a solução”. A afirmativa do próprio comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, deixa claro que, após seis meses, a polícia continua sem apontar culpados ou inocentes no Caso Rio Real. Em novembro do ano passado, o CORREIO iniciou uma série de reportagens em que denunciou a ação de grupos de extermínio, que seriam responsáveis por homicídios, torturas, invasões de residências e uma série de abusos no município do Nordeste baiano.     

Prazos
No dia seguinte à primeira reportagem, um processo administrativo foi aberto na Corregedoria da PM. O próprio comandante-geral  chegou a dar diversos prazos para a conclusão e divulgação das investigações. Primeiro, garantiu ele, providências seriam tomadas no dia seguinte. Depois, em uma semana. Depois, em 30 dias. Depois...  

Fato é que desde o dia 14 de janeiro, a Corregedoria da PM concluiu o relatório de apuração do caso, mas o Comando não se pronuncia sobre o resultado. No dia 25 de fevereiro, em novo contato com o comando, o coronel Castro argumentou que, legalmente, teria mais 45 dias para publicar a decisão. Passado o prazo, não deu resposta.   

Para conseguir acesso à movimentação do processo, diante das dezenas de tentativas junto à assessoria de comunicação da PM, o CORREIO utilizou a Lei de Acesso à informação, e enviou solicitação à Ouvidoria Geral do Estado em abril. Assim, o Comando teria 20 dias para responder ao registro 625102. Em resposta, a Ouvidoria reproduziu expediente da PM explicando que “os fatos envolvendo policiais de Rio Real ainda estão sob análise e apreciação”. A informação contrasta com o que diz a própria corregedoria da PM.

Na quinta-feira, o corregedor Manoel Amâncio Souza Neto afirmou novamente ao CORREIO que a investigação já foi finalizada desde janeiro. “A sindicância está concluída”, disse, sem dar detalhes das investigações. Mas a publicação nunca ocorreu. Todos os denunciados seguem sem punição por parte da corporação. Castro argumenta que está “respeitando os prazos da legislação” e garante que “em breve deve sair a solução”. 

No Estatuto dos Policiais Militares Bahia, a lei Nº: 7.990 dispõe que processos administrativos disciplinares tenham prazo de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Ou seja, são quatro meses, no máximo, até a publicação. “A impressão que se tem é que o objetivo é não punir ninguém. É trocar os policiais de lugar e ficar por isso mesmo”, afirma o juiz Josemar Dias, titular da comarca de Rio Real e principal crítico da postura da PM local.  

O caso mais emblemático na cidade, o assassinato do advogado José Urbano do Nascimento Júnior, morto aos 28 anos em novembro de 2012, sequer teve o inquérito concluído. Urbano levou dois tiros meses depois de ter sofrido duas agressões de PMs. O inquérito chegou a ser enviado para o MP-BA, com pedido de prisão preventiva de um acusado, mas a promotoria o enviou de volta para a PM, para que mais provas fossem colhidas. 

“A demora é porque estamos assoberbados de trabalho. Vamos buscar mais elementos”, assegura o delegado de Rio Real, Antônio Carlos Santana. Ninguém espera mais por isso que a mãe de Urbano, a professora Maria Lúcia dos Santos. “Os policiais chamaram ele de ‘advogadozinho de merda’. Morreu depois de reunir provas contra eles. E, até hoje, nada de justiça”, lamenta. 

A crítica à injustiça geral, no entanto, foi ligeiramente arrefecida na semana passada, após uma decisão do juiz da Comarca de Itapicuru (para onde parte do processo foi repassada), Renato Caldas do Valle Viana, com relação às denúncias oferecidas pelo MP-BA. Acusados de tortura, abuso de autoridade e improbidade administrativa, o  tenente Adnilson Brito da Silva e o soldado Anelito Nascimento de Jesus, da 6ª CIPM, terão de manter distância de no mínimo 100 metros dos denunciantes, sob pena de prisão. O juiz não acatou o pedido de afastamento dos policiais. 

Apoio
Quanto ao major Florisvaldo Ribeiro, nada, além do que pode ser considerada uma “promoção”.   No dia 20 de fevereiro, o mesmo Diário Oficial do Estado que comunicava seu desligamento da 6ª CIPM, informava sobre sua ida para a 67ª companhia, em Feira. O major passou a comandar 332 PMs - mais que o triplo do então efetivo de 96 policiais de Rio Real. 

A própria mudança foi uma demonstração de apoio, com a presença do coronel Alfredo Castro. Aliás, foi a primeira vez na história que um comandante-geral foi à cidade participar de uma troca de comando. Na posse, sentado na fileira logo atrás do comandante, o tenente Adnilson Brito, apontado pelo MP como torturador.  

A falta de um promotor titular na comarca de Rio Real é apontada como um dos empecilhos para que os processos andem. Desde que as denúncias surgiram, o município já está com seu terceiro promotor. Antes, houve diversas trocas de promotoria. “Os processos se movimentam lentamente porque cada promotor que assume pede adiamento de audiências porque já tinha compromissos marcados na comarca em que é titular”, relata o juiz Josemar Dias.

O MP-BA, por sua vez, afirmou que apesar de não haver titular, a comarca foi reforçada recentemente. Desde o último dia 19, a promotora de Justiça Sandra Patrícia Oliveira, de Salvador, está atuando junto com outro promotor da capital. Ambos iniciaram uma inspeção para dar andamento a inquéritos. O MP-BA disse ainda não saber informar quantos processos envolvendo policiais estão em andamento.     

21 de novembro – CORREIO publica reportagem denunciando ação de grupos de extermínio na cidade. Juiz, presidente da Câmara e o próprio prefeito assinaram um ofício enviado ao Ministério Público (MP) pedindo investigação de crimes, que seriam cometidos por policiais.

22 de novembro – Em ligação ao CORREIO, o próprio comandante geral da PM informou sobre a abertura de um processo administrativo (sindicância) para investigar o caso. Ele afirmou ainda que no dia seguinte tomaria a decisão sobre o afastamento ou não do major Florisvaldo Ribeiro, acusado de ser conivente com os crimes cometidos pelos seus comandados.

14 de janeiro - A Corregedoria da PM concluiu o relatório de apuração do caso, mas o comando da Polícia Militar não se pronunciou sobre o resultado das investigações.

19 de fevereiro -
 O comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, confirma a conclusão da sindicância. Ele afirmou, porém, que ainda tinha um prazo de 45 dias para se manifestar. “Quero ter certeza antes de tomar a decisão”.

20 de fevereiro - Diário Oficial publica o afastamento do major Ribeiro de Rio Real, mas o mesmo Diário trazia sua transferência para Feira de Santana. Dias antes, o coronel Castro havia garantido ao CORREIO de que Ribeiro não seria afastado e voltaria a atuar em Rio real até que as investigações fossem concluídas. O CORREIO solicitou mais uma vez um posicionamento sobre a
sindicância à assessoria da PM, mas não obteve resposta oficial.

25 de março – O CORREIO deu entrada em um pedido de informações sobre a sindicância
aberta pela PM para apurar a conduta dos policiais denunciados, utilizando o recurso da Lei
de Acesso à Informação. O pedido foi registrado na Ouvidoria sob o nº 625102.

26 de março – Ocorre a passagem de comando em Rio Real. O Major Sérgio Malvar assume o posto. O evento contou coma presença do major Ribeiro e do próprio comandante-geral. Policiais acusados de diversos crimes, inclusive homicídios e torturas, também marcaram presença.

10 de abril – Através da Ouvidoria Geral do Estado, a PM se manifestou informando que, conforme informou o comandante-geral Alfredo Castro, “os fatos envolvendo policiais de Rio Real ainda estão sob análise e apreciação”. No comunicado, a PM se comprometia a divulgar o resultado da investigação, tão logo esta fosse finalizada.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Universidade vai investigar festa com ritual satânico, drogas e orgia no Rio

A reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF) abriu uma sindicância para investigar as denúncias sobre uso de drogas e álcool na unidade, que fica em Rio das Ostras, Regão dos Lagos do Rio de Janeiro. As denúncias relatam que aconteceu  no local uma festa em que orgias e rituais satânicos aconteceram.
Nas redes sociais, o evento foi divulgado como "Xereca Satanik - A Festa". Mais de duas mil pessoas foram convidadas para um dos eventos.  O convite ainda acrescentava: "Festa de confraternização do Seminário Corpo e Resistência e - 2° Seminário de INVESTIGAÇÃO & CRIAÇÃO do Grupo de Pesquisas/CNPq Cultura e Cidade Contemporânea".
Alguns alunos fizeram imagens na festa, que aconteceu na quarta-feira (28). Mulheres nuas e mascaradas aparecem em várias delas. A genitália de uma mulher de uma das fotos aparentemente foi costurado.
Um crânio humano também aparece em uma das fotos. Bebidas que ficavam em novo anexo da UFF foram usadas na festa. "A festa ocorreu ao lado do prédio novo chamado multiuso. O diretor do polo permitiu o armazenamento de bebidas dentro da universidade. O uso de drogas é praticamente liberado. Precisamos de uma intervenção urgente", contou um aluno ao G1 local.
O reitor da UFF, Roberto Salles, diz que além da sindicância também foi proibido que diretores do polo falem sobre as festas. Ele disse que possíveis responsáveis serão punidos.

Cidades baianas se destacam em geração de emprego e renda

Um pesquisa desenvolvida pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que a Bahia tem quatro cidades com alto nível em emprego e renda: Camaçari, Luís Eduardo Magalhães, Lauro de Freitas e Simões Filho. "Houve uma melhora, que não foi suficiente para alterar a realidade", disse o especialista em desenvolvimento da Firjan, Jonathas Goulart, ao jornal A Tarde. 

Ainda segundo o jornal, com o resultado, a cidade de Luís Eduardo alcançou, a segunda colocação no ranking estadual. Os índices da cidade nos quesitos saúde e educação se mantêm no grau moderado. Contudo, de acordo com os dados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), as quatro cidades baianas são exceção no quesito. Segundo o levantamento, em 369 localidades baianas há dificuldade de se gerar emprego e renda.

Nordeste lidera ranking da morte e vê assassinatos dobrarem em 10 anos

Em uma década, o Nordeste viveu uma explosão no número de assassinatos, o que tornou a região líder em números absolutos e taxa de homicídios no país. Os dados são do Mapa da Violência 2014, divulgado na semana passada, que revelou casos entre os anos de 2002 e 2012. Nesse mesmo período, os homicídios na região cresceram 10 mil, mesmo índice do Sudeste, onde, em vez de crescer, o número caiu. Em 2012, foram assassinadas na região 20.960 pessoas, quase o dobro de 2002, quando foram 10.947 mortes. Em 2002, o Sudeste concentrava 55% dos homicídios do país. 

Dez anos depois, esse percentual caiu para 30%. Já no Nordeste houve uma curva inversa. Em uma década, o percentual de crimes na região saltou de 22% do total nacional para 37%, se tornando a região com mais mortes. Além disso, o Nordeste é atualmente a região com a maior taxa de homicídios: 38,9 para cada 100 mil habitantes. O índice é similar ao da Guatemala, quinto país mais violento do mundo, segundo estudo da ONU (Organização das Nações Unidas). 

MPT cobra R$ 10 milhões à Prefeitura de Amargosa, diz colunista

O jornalista Levi Vasconcelos, do jornal A Tarde, revelou na coluna Tempo Presente desta segunda-feira (2) que o Ministério Público do Trabalho (MPT) cobra a Prefeitura de Amargosa R$ 10 milhões por supostas irregularidades em contratos e ausência de prestação de contas. A atual administração, comandada pela prefeita Karina Silva (PSB), diz que os problemas foram causados pelo ex-prefeito Valmir Sampaio (PT). Os vereadores contrários ao petista afirmam que ele contratou servidores sem processo seletivo.Bahiareconcavo

domingo, 1 de junho de 2014

Corpo do apresentador Maurício Torres é enterrado no Rio

O corpo do apresentador e narrador Maurício Torres, que morreu na noite de sábado (31), aos 43 anos, foi sepultado na tarde deste domingo (1º), no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Familiares e ex-colegas de trabalho estiveram presentes para prestar uma última homenagem. 

Mylena Ciribelli, amiga e colega de Torres, esteve presente no cemitério. "Ele estava achando que era uma dor na coluna. Estava com uma tosse chata. E depois descobriu que era uma bactéria. Parecia que ele iria sair, estavam todos otimistas. Ele falava: gente, eu tenho que sair daqui. A Copa está começando, tenho que gravar os programas", afirmou Mylena ao R7. 
O jornalista esportivo estava internado desde o último dia 1º de maio no Hospital Sírio Libanês, depois de sofrer uma arritmia cardíaca durante um voo entre Rio de Janeiro e São Paulo. Ele sofreu uma piora no quadro de saúde com uma infecção pulmonar. De acordo com o R7, o boletim médico oficial indicou que Torres teve falência múltipla dos órgãos e morreu no início da noite. 
Com passagens pela Rede Globo e SporTV, o jornalista trabalhava atualmente na TV Record. Em comunicado, a Record lamentou a morte de Torres. Leia a íntegra do comunicado:
"A Rede Record lamenta profundamente a morte de seu apresentador e narrador esportivo Mauricio Torres.
Mauricio estava internado desde o dia 01 de maio no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, depois de passar mal durante um voo entre o Rio e São Paulo. O narrador teve várias complicações médicas e faleceu no início da noite deste sábado (31).
O apresentador chegou a Record em 2005 para as transmissões de futebol. Ele estreou na partida entre Brasil e Colômbia, válida pela fase final do Torneio Sul-Americano Sub-17, disputado na Venezuela. No mesmo ano participou dos programas “Terceiro Tempo” e “Debate Bola”.
Mauricio também esteve na equipe olímpica da Record nos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara (2011), na Olimpíada de Londres (2012) e nos Jogos de Inverno de Sochi (2014).
Atualmente apresentava o “Esporte Fantástico” ao lado de Mylena Ciribelli e Cláudia Reis.
O Brasil perde um dos principais jornalistas esportivos do país e um dos mais promissores talentos de sua geração.
Maurício deixa esposa e uma filha de 8 anos.
Externamos nossa solidariedade e sentimentos aos familiares, amigos e fãs".

Presidente do Sindicato dos Rodoviários pede serenidade quanto a boatos de nova paralisação

Após rumores de uma nova paralisação tomar conta de Salvador, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Hélio Ferreira, emitiu um comunicado afirmando que qualquer movimento deverá acontecer apenas após um prazo de dez dias, contatos a partir da última quinta-feira (29), quando foi homologado o acordo entre rodoviários e empresários, caso não seja cumprida a redução da jornada como determinou a reunião.
Na nota, o presidente pede serenidade diante dos boatos de que haveria uma paralisação do sistema nessa segunda-feira (2). O Sindicato não assinou nem autorizou qualquer convocação de movimento nessa data. Na nota, Hélio Ferreira explica que os sindicatos patronais pediram um prazo de dez dias para atualizar a escala de trabalho.
Ainda de acordo com Hélio, muitos rodoviários já estão cumprindo a nova escala de 7h trabalhadas e 20 minutos de descanso, mas outros continuam com jornadas de 8h. Esses receberão o excedente como extra. 

"Pedimos a todos que tenham serenidade nesse momento e confiem no presidente. O patronato, durante o fechamento do acordo, pediu um prazo de dez dias (contados a partir da última quinta) para atualizar a escala de trabalho, como vem sendo informado pelos diretores do Sindicato nas suas garagens. Quem fizer jornada maior do que 7 horas trabalhadas receberá o excedente como hora-extra. Pedimos paciência. É importante que todos estejam conscientes de que qualquer ação mais precipitada pode comprometer todo o esforço da nossa campanha que resultou em um dos melhores acordo do país. Contamos com a compreensão de todos", afirmou.
A audiência realizada na última quinta-feira (29), no Tribunal Regional do Trabalho da 5°Região (TRT5-BA), celebrou e homologou o acordo entre rodoviários e patrões, aprovado por mais de dois mil votos a favor e apenas 5 votos contra, em assembleia realizada na tarde da última quarta-feira (28), no Sinergia.

Família morre em colisão frontal na BR-153, em Tocantins

Uma família morreu após um acidente na manhã desse sábado (31), na BR-153, em Tocantins. As vítimas foram identificadas como  Domingos Gonçalves de Almeida, a mulher dele, Kenia Almeida Leite Gonçalves, e os filhos do casal, Jhon Gabriel Gonçalves de Almeida e Joseph Isaac Gonçalves de Almeida.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro em que as vítimas estavam e um ônibus colidiram frontalmente.  A família morreu no local e o motorista do ônibus ficou com ferimentos leves.
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas, mas o condutor  do ônibus  justificou para a PRF que  viu dois caminhões estacionados no acostamento de uma curva, no sentido sul da pista, e teria desviado. 
As causas do acidente ainda não foram esclarecidas. O velório  das vítimas aconteceu pela manhã em uma igreja evangélica, onde Kenia era cantora. O enterro das vítimas está previsto para a tarde deste domingo. 

Impacto de acidente joga carro em canal na Sete Portas, 3 ficaram feridos

Um acidente com dois carros aconteceu na manhã deste domingo (1º), na Rua Cônego Pereira, bairro da Sete Portas. O motorista de um automóvel modelo Siena bateu no fundo de um Strada, fazendo com que caísse dentro de um canal. Três pessoas ficaram feridas.
O motorista do Strada foi socorrido e levado ao Hospital do Subúrbio, que não informou seu estado de saúde.

Ainda neste domingo, uma moto e um veículo colidiram em frente ao Parque de Exposições, na Paralela. O motociclista ficou ferido. Na Avenida ACM, próximo ao Detran, dois veículos também colidiram, mas o acidente não teve vítimas.