
O Departamento de Polícia Técnica enviou ao Ministério Público dois relatórios sobre o incêndio na central telefônica da Oi que indicaram irregularidades na estrutura de combate a incêndios no prédio. Segundo matéria do A Tarde, o promotor de direitos do consumidor Roberto Gomes disse que “há um indicativo muito forte de que houve responsabilidade da operadora Oi”.
Por dois anos, em 2008 e em 2009, o Corpo de Bombeiros constatou que o plano de proteção contra incêndios aprovado em 2005 não vinha sendo cumprido. Em um trecho do Relatório de Incêndio 001/2011, a organização informa: “(...) constatamos o não atendimento pleno aos requisitos de segurança exigidos” No complemento, os bombeiros afirmam que o fato foi registrado e informado à Oi.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-Ba) revela que nas salas citadas só existia sistema de alarme contra incêndio, mas nenhum tipo de sistema de combate a incêndio.
Por dois anos, em 2008 e em 2009, o Corpo de Bombeiros constatou que o plano de proteção contra incêndios aprovado em 2005 não vinha sendo cumprido. Em um trecho do Relatório de Incêndio 001/2011, a organização informa: “(...) constatamos o não atendimento pleno aos requisitos de segurança exigidos” No complemento, os bombeiros afirmam que o fato foi registrado e informado à Oi.
O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-Ba) revela que nas salas citadas só existia sistema de alarme contra incêndio, mas nenhum tipo de sistema de combate a incêndio.
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