Para o júri, o crime teve motivo torpe, modo cruel e por emboscada. Jéssica ia para o trabalho no Shopping Paralela quando foi surpreendida por Jeã. Dois dias depois do crime, ele se entregou à polícia.
Crime
“Foi um ato de desespero”, disse Jeã depois de se entregar, negando que tenha premeditado o crime. “Eu só queria ela pra mim. Mas nada justifica o que fiz”, declarou.
“Foi um ato de desespero”, disse Jeã depois de se entregar, negando que tenha premeditado o crime. “Eu só queria ela pra mim. Mas nada justifica o que fiz”, declarou.
Negou que tenha dado 15 facadas. “Não foram tantas. Tenho consciência do que fiz e tenho que pagar. Acabei com a minha vida, com a família dela e da minha”, disse.
O rapaz relatou que depois do crime fugiu com o carro com que trabalhava e que pensou em se matar. “Pensei em jogar o carro contra um muro ou poste, mas o pneu estourou. Então, fiquei perambulando pela cidade de ônibus e resolvi me entregar”, contou.
Segundo a delegada Jamila Carvalho, responsável pela investigação, antes de se apresentar à polícia, o criminoso tentou abrigo na casa de amigos, mas foi expulsou quando os donos do imóvel souberam do crime.
Perdão
O rapaz relatou que depois do crime fugiu com o carro com que trabalhava e que pensou em se matar. “Pensei em jogar o carro contra um muro ou poste, mas o pneu estourou. Então, fiquei perambulando pela cidade de ônibus e resolvi me entregar”, contou.
Segundo a delegada Jamila Carvalho, responsável pela investigação, antes de se apresentar à polícia, o criminoso tentou abrigo na casa de amigos, mas foi expulsou quando os donos do imóvel souberam do crime.
Perdão
Jéssica e Jean ainda juntos: rapaz
não aceitava fim do relacionamento |
Além de se dizer arrependido pelo crime, Jeã afirmou que mereceu a agressão do tio de Jéssica, que na quinta-feira deu um murro em sua cara no DHPP. “Mereci. Isso não foi nada se comparado com o que fiz. Hoje, o pai dela e os tios querem me matar. Quero pedir perdão a eles, à família dela. Rezo por todos eles”. Ao saber do pedido, a mãe de Jéssica, a diarista Gildete Silva Ramos, disparou: “Quinze facadas é de quem estava com ódio. Não vou perdoar ele nunca!”.
Últimas brigas
Pessoas próximas ao casal e vizinhos contaram que o relacionamento dos dois sempre foi conturbado. A última briga do casal – que viveu junto durante três anos, tinha um filho de 2 anos, e terminou há cerca de um ano – aconteceu no dia anterior ao crime. Segundo vizinhos, começou porque Jéssica viu Jean brincando com o filho da sua atual namorada.
Pessoas próximas ao casal e vizinhos contaram que o relacionamento dos dois sempre foi conturbado. A última briga do casal – que viveu junto durante três anos, tinha um filho de 2 anos, e terminou há cerca de um ano – aconteceu no dia anterior ao crime. Segundo vizinhos, começou porque Jéssica viu Jean brincando com o filho da sua atual namorada.
“Ele não dava nada para o filho deles, aí quando Jéssica viu Jean com o menino no colo partiu para cima dele e começou a bater, foi uma briga feia na porta da casa dela”, conta a estudante Fabiane Carvalho, que mora em cima da casa onde morava Jéssica com o filho.
Uma vizinha – sob anonimato – conta que depois da briga, Jean sentou na calçada e começou a chorar, pedindo que os amigos o ajudassem a retomar o relacionamento. Mas no dia em que Jéssica foi morta, o comportamento foi bem diferente.

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