quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Amparadas por liminar, farmácias seguem norma antiga no País


Decisão em caráter liminar obtida pela Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) ampara as grandes redes de vendas de medicamentos, que seguem oferecendo remédios em gôndolas e comercializando produtos de conveniência nos estabelecimentos. Na manhã desta quinta-feira, data estabelecida para o início da norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), era como se não existisse em São Paulo.

A norma, publicada em agosto, determina que medicamentos que não precisam de prescrição médica fiquem atrás do balcão, fora do alcance do público. Analgésicos e antitérmicos precisam estar atrás do balcão. Pela atual regulação, farmácias e drogarias não podem vender produtos ou prestar serviços "alheios" à atividade, como vender doces e bebidas e oferecer serviços bancários.

A Abrafarma informou que as 28 redes associadas à entidade - que, juntas, têm 2,6 mil lojas no país e vendem quase 40% da produção da indústria farmacêutica - estão livres de respeitar a Anvisa. A Abrafarma tem como filiadas a DrogaRaia, a Drogaria São Paulo e a Drogasil.

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