quarta-feira, 29 de julho de 2009

Política deve fazer com que técnico acerte a curto prazo

A diretoria do Flamengo promete ter um obstáculo a mais na cruzada pela contratação de um novo treinador. Além de adequá-lo à uma política financeira enxuta e convencê-lo de que o momento conturbado não vai interferir em seu trabalho, o profissional deverá receber uma proposta de contrato a curtíssimo prazo.

Tudo por conta da eleição que vai acontecer em dezembro. Como não se sabe que extremo do poder rubro-negro vai vencê-la, não seria viável estender a permanência do técnico por dois ou até mesmo um ano, sob pena de se ficar refém de uma multa rescisória, caso quem assuma discorde do nome.

Na cúpula, porém, considera-se aceitar ao menos um pedido que o vínculo vá até o fim do Campeonato Carioca de 2010, se assim o profissional exigir. O estilo declarado de Vágner Mancini, por exemplo, é de só encarar o desafio com tranquilidade para trabalhar, justamente a contramão do Flamengo na atual fase. Além disso, a parte financeira parece pesar.

Ao analisar por este ângulo, o interino Andrade leva vantagem, já que muito provavelmente seguiria como auxiliar, sem ônus para o clube, em caso de troca no comando para o ano que vem.

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