Dezenas de candidatos entraram com uma representação junto ao Ministério Público. As provas aplicadas durante o concurso foram anexadas ao inquérito civil público. 'Todas as provas foram plagiadas na internet e os pacotes estavam abertos', denuncia Vinícius Brito.
'O próprio gabarito estava errado. Eu corrigi e outras pessoas corrigiram', declara a autônoma Evolúzia Barbosa. Segundo o promotor Maurício Cavalcanti, há indícios razoáveis de que algumas irregularidades realmente aconteceram.
A realização do concurso público de Jitaúna foi uma determinação do Ministério Público do Trabalho, a fim de reduzir os contratos temporários junto à prefeitura. O edital previa 318 vagas, com salários que chegavam a R$ 7 mil.
Mais de seis mil candidatos fizeram as provas entre os meses de junho e julho. De acordo com a Secretaria de Administração da Prefeitura de Jitaúna, a contratação da empresa responsável pela seleção pública obedeceu as determinações do processo de licitação.
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