Quem fantasia se tornar protagonista de um ensaio sensual ou um filme, digamos, mais íntimo, deve ter cuidado redobrado nos dias de hoje. Com a facilidade de captação e proliferação de imagens da era digital, cresce o número de registros em delegacias de vítimas de ex-companheiros e de ex-companheiras que tornaram pública a intimidade do casal.“Isso aumentou cerca de 50% nos últimos anos e tende a dobrar”, conta a delegada da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática do Rio, Helen Sardenberg. Segundo ela, a maioria dos registros é feito por mulheres que permitiram que as imagens fossem feitas.
“A mulher tem maior preocupação com a honra, enquanto o homem sai como garanhão. Eles usam o material como chantagem ou vingança. Mas também acontece de a mulher enviar o material para a atual do ex”, completa, e avisa: “hoje qualquer um carrega uma câmera. Essa era da digitalização exige novos hábitos para se ter proteção”.
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