Para resolver os problemas causados pelo incêndio, a Oi montou uma grande operação para substituir a central telefônica para linhas fixas destruída pelo fogo por uma nova, que já deixou o Rio de Janeiro, onde funciona a sede da empresa, em direção a Salvador. Já os usuários da rede Oi/Velox, com serviços de internet, terão que aguardar mais para migrarem suas conexões para uma nova central, já que ela precisa ser comprada e pode demorar até seis meses para ser instalada. “Nesse tempo, os assinantes serão remanejados para centrais próximas e nenhum deles deixará de ser atendido”, garantiu o diretor de Relações Institucionais da Oi, Carlos Ademar Aragão.
Pelo menos 100 técnicos do Rio de Janeiro e de Brasília também desembarcaram em Salvador, além de peritos da própria empresa que, desde ontem, trabalham nos aparelhos queimados na tentativa de descobrir a causa do incêndio. A empresa espera que em 30 dias seja diagnosticado o que causou o acidente.“É um incidente bastante preocupante. Um fato não comum. Presumimos que tenha havido um curto-circuito ou um superaquecimento de componentes eletrônicos que formam a central afetada”, explicou o executivo.
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