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A partir deste sábado, 29 de maio, o brasileiro começa a ganhar seu próprio dinheirinho sem engordar os cofres do governo. “Hoje é o dia da libertação dos impostos. É a alforria da escravidão tributária”, anima-se João Eloi Olenike, presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).
É que pelos cálculos dos economistas o brasileiro trabalha de 1º de janeiro até 28 de maio apenas para pagar os impostos. Somente a partir de agora é que o dinheiro que entra é efetivamente gasta com despesas e investimentos.
Nesta semana, postos de combustíveis venderam gasolina isenta de impostos em cinco capitais. Em São Paulo, os preços caíram de R$2,3999 para R$ 1,18 o litro. Se o mesmo fosse adotado para a cesta básica, desde o começo do ano, os paulistas teriam trabalhado sete dias a menos e economizado R$ 190,87 para comprá-la.
A conta é simples. Basta subtrair a alíquota recolhida em tributos de cada um dos 13 itens auditados pela pesquisa de cesta básica do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioenômicos). As maiores alíquotas são a da manteiga (36,01%), açúcar (35,33%) e óleo vegetal (26,05%). Desde janeiro até abril, o paulista trabalhou 17 dias para comprar os itens básicos, pelos quais pagou R$ 969,79. Se houvesse a exoneração, estipulada pelo eBand, esses números cairiam para 9 dias e R$ 778,92.
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