
A precariedade da carceragem do complexo policial de Jequié (parcialmente interditada), foi duramente criticada pelo presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia-Sindipoc, Carlos Gomes Lima, ao visitar o equipamento público na quinta feira (4). O sindicalista revelou que a cadeia pública precisa ser interditada com urgência e cobrou a uma determinação da representação local do Ministério Público Estadual-MPE.
A carceragem atualmente com 12 presos não tem energia elétrica, água e a alimentação é precária “delegacia não é lugar de preso, mas sim dos policiais efetuarem suas investigações”, disse. Carlos Lima considerou inadimissível que a administração do Conjunto Penal de Jequié esteja encaminhando detentos do regime semiaberto para atuarem na restauração das instalações da cadeia.
O Coordenador da 9ª Coorpin, delegado Joaquim José Pereira, apoiou as críticas feitas à situação da cadeia “está impraticável custodiar presos no Complexo Policial de Jequié”. Segundo ele a interdição da cadeia, depende apenas de decisão da justiça.
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