Segundo a direção do hospital, a família da menina já foi avisada e orientada sobre a importância da doação de órgãos. Uma equipe da Central de Transplantes do Estado de Goiás já foi informada sobre o caso, mas as equipes médicas aguardam uma decisão dos familiares da jovem, que podem optar pela doação ou não. Apesar de ter a morte encefálica comprovada, até o final da manhã desta segunda-feira, Kerolly permanecia respirando com a ajuda de aparelhos.
Briga, tiros e arrependimento
No dia 27 de abril, o pai da menina foi até a pizzaria de George Araújo de Souza acompanhado das filhas: Kerolly e uma irmã de 14 anos. Após uma discussão, Souza apontou um revólver para o pai das meninas, ameaçando atirar. Quando os três já estavam na calçada, o dono da pizzaria disparou, acertado a cabeça e uma das pernas de Kerolly.
No dia 27 de abril, o pai da menina foi até a pizzaria de George Araújo de Souza acompanhado das filhas: Kerolly e uma irmã de 14 anos. Após uma discussão, Souza apontou um revólver para o pai das meninas, ameaçando atirar. Quando os três já estavam na calçada, o dono da pizzaria disparou, acertado a cabeça e uma das pernas de Kerolly.

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