
Andrés Sanchez não conseguiu concretizar a contratação do meio-campista Montillo antes de deixar a presidência do Corinthians (está de licença a partir desta quinta-feira). À espera de uma resposta do Cruzeiro para a oferta que formalizou, o clube precisa superar a concorrência pelo meia argentino - o rival São Paulo era um dos interessados.
"Tudo depende do Cruzeiro", afirmou Andrés, antes de ficar emburrado ao ouvir sobre a procura do São Paulo por Montillo. "Existem propostas que são para aumentar o preço ou tumultuar. O Cruzeiro deve ter recebido algumas e vai escolher a melhor", concluiu.
Segundo a diretoria do Cruzeiro, o São Paulo realmente apresentou uma oferta por Montillo - seria de cerca de 6 milhões de euros (R$ 14,5 milhões), além da escolha de três atletas do elenco.
O Corinthians estaria disposto a gastar até 8 milhões de euros (R$ 19,4 milhões), sem envolver jogadores na transação. O clube mineiro, por sua vez, quer receber pelo menos 15 milhões de euros (R$ 36,4 milhões) e prioriza as negociações com estrangeiros.
Não foi sem motivo que Sanchez citou uma suposta vontade do São Paulo de "tumultuar". O presidente corintiano alimentou uma birra pessoal com o rival durante todo o mandato. Ele próprio já atrapalhou a diretoria rival ao insinuar que o time tricolor gostaria de contar com o técnico Dorival Júnior, então santista, e com o meia Romarinho, do Bragantino, além de apontar Santos e Internacional como interessados no atacante Dagoberto.
Sobre Montillo, Andrés Sanchez prefere não criar tantas expectativas nos corintianos. "Estamos em stand by. Vamos aguardar mais uns dias. Já conversamos e vamos ver o que acontece. Não dá para ter convicção de nada", desconversou, compreendendo a resistência do Cruzeiro em negociar o ídolo.
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