segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Arrecadação do ICMS na Bahia está acima da média nacional


No mês de agosto, a arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Bahia chegou a R$ 925,07 milhões, o que equivale a um incremento de 12,35% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Além disso, no acumulado de janeiro a julho, a Bahia obteve crescimento de 27,32% no comparativo com o mesmo período de 2009, variação que coloca o estado como primeiro do Nordeste e quarto do Brasil em crescimento de arrecadação. Os dados são da Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz) e das Assessorias Econômicas das demais Secretarias de Fazenda dos Estados.

A arrecadação de ICMS da Bahia também está crescendo acima da média nacional - 27,32% contra 26,48%. Em 2009, de janeiro a julho, o ICMS da Bahia foi de R$ 5,52 bilhões contra os atuais R$ 7,02 bilhões. Além disso, o estado está a frente inclusive de todos do Nordeste.

Com o resultado obtido em agosto, os dados agregados reforçam a previsão da Sefaz para o fechamento da arrecadação do ano na casa dos R$ 11,4 bilhões, valor superior ao de 2009, quando os efeitos da crise econômica atingiram os cofres públicos. Dentro dos setores, destaque para o Comércio, com variação de 21,31%, seguido da Indústria, com incremento de 12,85%. O desempenho mais tímido foi do setor Serviços, que cresceu 4,28%.

De acordo com o secretário da Fazenda, Carlos Martins, o destaque dentro desse bom desempenho continua sendo o Comércio Varejista. “Vários fatores estão contribuindo para isso, dentre eles a expansão do crédito para financiamentos, melhoria do rendimento dos consumidores, essencialmente aqueles de menor poder aquisitivo, e principalmente, o aumento do emprego formal no Estado, conforme relatório da própria SEI”, diz.

Dentro do setor de Comércio, todos os segmentos cresceram em agosto de 2010 em relação a agosto de 2009. O Comércio Varejista teve aumento de 29,68%, representando um incremento na arrecadação total de 6%, ou seja, quase a metade do incremento do Estado como um todo; já que em termos nominais ele atinge cerca de 20% em participação. O Comércio Atacadista variou 14,65%, ao atingir R$ 132,3 milhões; e o segmento de Supermercados registrou incremento de 5,52%, com o montante arrecadado de R$ 31,4 milhões.

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