
O assessor da Secretaria-Executiva da Casa Civil, Vinícius de Oliveira Castro, pediu exoneração nesta segunda-feira, 13. Ele teve seu nome envolvido em um suposto esquema para beneficiar empresas com contratos no governo federal, denunciado pela revista Veja.
Castro divulgou uma nota na qual diz que "repudia todas as acusações". Também citada pela reportagem, a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, solicitou hoje à Comissão de Ética Pública da Presidência da República a instauração de procedimento para apurar a sua conduta em relação às acusações.
Em ofício encaminhado à Comissão, a ministra reafirmou a disposição de abrir os seus sigilos bancário, telefônico e fiscal, se necessário, bem como os sigilos de seu filho Israel Guerra.
Segundo a reportagem da Veja, Israel teria operado ao menos R$ 84 milhões na concessão de um contrato para a empresa Via Net Express, do setor aéreo e que teria ligação com os Correios. A chamada "taxa de sucesso" teria rendido ao filho da ministra uma quantia estimada em R$ 5 milhões e teria servido ainda para "saldar compromissos políticos".
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