
A assessora Roberta Pinto encarregou-se de levar a amarga lembrança ao gabinete presidencial: a prisão de Bruno completava ontem um ano. A notícia pode até ter estremecido Patrícia Amorim da cabeça aos pés, mas, atualmente, nem mesmo o doping do nadador Cesar Cielo rouba a paz da presidente do Flamengo.
Há um ano e meio no cargo, Patrícia está em fase de colheita: comemora o bom momento do time de futebol e, também, o contrato de R$ 92 milhões de televisionamento. A fase é tão boa, que a compra dos direitos de Thiago Neves já está em pauta, enquanto o namoro com o atacante Kleber vai ficando cada vez mais quente.
Como é tempo de saborear os frutos, Patrícia admite começar a lucrar com o plantio: a garotada rubro-negra que veste a camisa amarelinha nas seleções sub-17 e sub-20 está madurinha para entrar numa transação pelo atacante Kleber. E ninguém é inegociável. “Como o Alex Silva e o Kleber vão caber na minha matemática? Estou aqui há um ano e seis meses e, até agora, eu só comprei. Agora, a folha inchou. Eu tenho que começar a desafogá-la”, diz Patrícia.
MARCA BRASIL: Felipão disse que o Flamengo teria que vender a Gávea para contratar o Kleber. Ficou aborrecida?
Patrícia: Ele tem um currículo invejável. Não há como não respeitá-lo. Mas acho que às vezes falta habilidade quando se ataca uma instituição como o Flamengo. Afinal, o Palmeiras brigou para ter o Ronaldinho, e ele acabou escolhendo o Flamengo. E talvez nossa proposta nem fosse tão irresistível. Mas Flamengo é Flamengo. Aproveito para lembrar que quisemos um dia trazer o Felipão e chegamos a conversar. Acredito que ele tenha ido para o Palmeiras mais valorizado por ter recebido uma proposta do Flamengo. Mas quem sou eu perto do Felipão? Não sou ninguém.
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