quarta-feira, 13 de julho de 2011

Seleção precisa de menos malabarismo e mais futebol para passar às quartas


Que Neymar é craque, todo mundo sabe. O Ganso maestro ainda não apareceu, mas já está enraizado no imaginário do torcedor. Mas, hoje, diante do Equador, o torcedor não quer saber de show, dribles desconcertantes ou futebol arte. A galera quer é bola na rede e partir pro abraço.

A declaração do capitão Lúcio, que cobrou mais seriedade do elenco, parece ter atingido a todos. Ontem, o goleiro Julio César ratificou as declarações do companheiro de Inter de Milão e disse que os jogadores receberam o recado.

“O Lúcio merece todo o respeito. Ele é o capitão da Seleção Brasileira, disputou três Copas do Mundo, ganhou uma delas (em 2002), completou 100 jogos pelo Brasil recentemente e é o melhor para falar sobre o grupo. Recebemos bem a mensagem. E aqueles que forem inteligentes, e eu me incluo nisso, não vão deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro”, declarou.

A palavra de ordem na Seleção é objetividade. Não adianta dar chapéu no goleiro e mandar por cima do travessão. E o setor ofensivo tem que começar a trabalhar. Em dois jogos, apenas dois gols. Pouco para o peso da amarelinha.

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