
Militares israelenses reconheceram nesta terça-feira que cometeram erros na invasão à frota que levava ajuda humanitária na Faixa de Gaza. O país decidiu deportar todos os 680 ativistas estrangeiros presos durante a operação. O ataque aconteceu em águas internacionais.
O governo de Israel prometeu investigar a operação considerada desastrosa. Apesar de a primeira tentativa de ter acabado com pelo menos nove mortos, o chamado “Movimento pela Liberdade de Gaza”, não desistiu de romper o bloqueio marítimo de Israel.
Soldados envolvidos na invasão disseram que não esperavam a resistência dos ativistas. Os estrangeiros, por sua vez, dizem que os militares já chegaram atirando. Cerca de 40 dos quase 700 detidos foram deportadas para seus países de origem.
Entre os ativistas, estavam políticos europeus, uma britânica que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1976 e a cineasta brasileira, Iara Lee.
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