
A juíza Alessandra de Araújo Bilac de Moreira Pinto, da 42ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, autorizou nesta terça-feira a quebra do sigilo eletrônico de Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 estudantes em uma escola em Realengo na última quinta-feira, antes de se suicidar. Segundo ela, a empresa Google do Brasil será intimada a prestar informações.
O pedido, segundo o Tribunal de Justiça, partiu da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática e pretende esclarecer a participação direta e indireta de outras pessoas no massacre. Para Alessandra, a única forma de prosseguir com as investigações é vasculhar os vestígios virtuais do atirador.
A magistrada determinou que a remessa das respostas seja encaminhada diretamente à delegada Helen Sardenberg, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, no prazo de duas horas a partir do momento do recebimento da intimação pela empresa Google do Brasil, que será feito pela autoridade policial, devido à urgência e gravidade dos fatos, sob pena de desobediência. Ela determinou também que a investigação corra em sigilo.
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