quinta-feira, 22 de abril de 2010

Racha político agrava crise do Flamengo


O Flamengo vive uma quinta-feira de expectativa. Mas, classificando-se ou não para as oitavas de final da Libertadores, o clube terá de juntar os cacos de um organograma desgastado. Dentro e fora de campo. Enquanto o time campeão brasileiro desmontou e perdeu as características principais de velocidade e marcação consistente, a nova diretoria não soube contornar um problema central: a presença de Marcos Braz.

O vice de futebol era ligado ao grupo de Delair Dumbrosck, derrotado nas eleições de dezembro. Entretanto, tornou-se inviável derrubá-lo do cargo após a conquista da taça nacional.

Mantido, Braz sofre, deste então, uma oposição de correntes políticas ligadas à presidente Patrícia Amorim. A principal oposição vem do grupo do vice geral Hélio Paulo Ferraz.

Ele planeja assumir o futebol, dar mais poderes ao genro Eduardo Moraes, conhecido como Vassoura, que tem bom relacionamento com o empresário Léo Rabello. Neste caso, a “vassourada” no departamento de futebol atingiria, além de Braz, o gerente Isaías Tinoco, o diretor Eduardo Manhães, Andrade e seus auxiliares. No programa 'Redação SporTV' desta quinta-feira, o comentarista Renato Maurício Prado disse que Braz, Isaías e Manhães serão demitidos.

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