
O Centro de Atenção Psicossocial Álcool e drogas (CAPS-ad) de Itabuna realizou, durante toda o dia de quinta-feira (7), na unidade 2, no bairro Góes Calmon, uma confraternização pela paagem do dia Mundial da saúde.
De acordo com a coordenadora Caps, a assistente social Eliane Falcão, o encontro contou com a participação de usuários e trabalhadores das três unidades de saúde da cidade, com a finalidade de torná-los mais interagidos e otimizar as ações do governo municipal nessa área.
Durante as comemorações os participantes puderam conferir sobre algumas temáticas, como “SUS e Você”, que destacou a importância de um plano de saúde com qualidade. A ideia, segundo Eliane Falcão é fomentar - entre os usuários de serviço e trabalhadores da saúde -, a iniciativa de criar um movimento legítimo de reivindicação para um serviço de saúde que venha atender as necessidades de todos.
“Precisamos entender que o SUS é o melhor plano de saúde e para que ele seja concretizado dessa forma, seja efetivo e de qualidade, nós, usuários do serviço, trabalhadores da saúde, a sociedade como um todo, deveríamos nós unir e lutar por um serviço de saúde de qualidade”, revelou a coordenadora do CAPS-ad.
Proposta
O evento contou com a participação usuários e trabalhadores das três unidades do CAPS de Itabuna, que aproveitaram a oportunidade para fortalecer a integração social entre eles, já que o propósito do CAPS é promover a socialização contínua, aliado ao tratamento.
“O CAPS trabalha com a proposta de inserir as pessoas na sociedade, para que tenha o convívio familiar, com os amigos. E, ao mesmo tempo, incentivando-os a ter um cuidado de maneira mais intensiva, passando o dia no CAPS ou freqüentando de duas a três vezes na semana”, destacou Eliane.
O paciente chega às unidades de CAPS encaminhado pelas unidades de saúde, hospitais ou de forma espontânea para receberem atendimentos psicológicos, psiquiátricos, terapêuticos, assistente social, enfermagem, entre outras atividades extra-caps.
De acordo com a enfermeira Cássia Simone Moreira, para lidar com um paciente que frequenta a unidade de saúde é uma forma de estar trabalhando a quebra de preconceitos, “pois é um paciente como outro qualquer e precisamos estabelecer um vinculo maior com eles, com sua família, porque trabalhar sozinha é difícil”.
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