
Recentes especulações sobre a importância do sexo e suas reais funcionalidades à saúde tem mobilizado pesquisadores e até ministros a fomentar informações que expliquem os benefícios provenientes das relações sexuais. A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica desde o ano 2000 que sexo de qualidade é sinônimo de uma vida saudável.
Quando analisado os países que dizem fazer sexo semanalmente, o Brasil (82%) só perde para Grécia (87%). Mas, em meio a tantas benfeitorias do ato, por que os brasileiros não têm a melhor qualidade de vida do mundo?
Para o consultor e escritor Anderson Cavalcante, a qualidade de vida não pode estar atrelada à quantidade de vezes que uma pessoa mantém relações com seu parceiro, mas sim a qualidade dessas ocasiões.
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