sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Advogado de Bruno chama delegadas de 'Mega Hair' e 'Paquita'


O advogado do goleiro Bruno, Ércio Quaresma Firpe, utilizou termos pejorativos para se referir à equipe de delegados que apurou o sumiço e possível morte da estudante Eliza Silva Samudio, 25 anos. Na defesa que foi apresentada à Justiça nesta quinta-feira, ele arrola como testemunhas o delegado-chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP), Édson Moreira, descrito por Quaresma como "vulgo Neandertal"; Wagner Pinto, delegado-chefe da Divisão de Crimes Contra a Vida, a quem o advogado chama de "Mudinho"; Júlio Wilke, alcunhado de "Galinho de Briga"; Ana Maria dos Santos, chefe da Delegacia de Homicídios de Contagem, chamada por Quaresma de "Mega Hair"; e Alessandra Wilke, apelidada de "Paquita".

O prazo para entrega da defesa dos envolvidos no caso se esgotou ontem, e, além dos delegados, Quaresma também arrolou a própria Eliza Samudio, o promotor de Justiça Gustavo Fantini - responsável pela denúncia do Ministério Público -, o adolescente J., 17 anos, e Sérgio Rosa Sales, 22 anos - primos do goleiro acusados de participação no crime - e outras 21 pessoas. Sobre os termos pejorativos, a Polícia Civil informou que os delegados arrolados no processo preferiram não se pronunciar.

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