De acordo com os promotores que atuaram na análise dos contratos e no detalhamento das ações das obras, o orçamento estava muito caro e, por isto, a recomendação foi feita utilizando critérios técnicos para justificar a economia.
O dinheiro sairá dos cofres públicos e, por isto, segundo a promotora Rita Tourinho, houve a recomendação. “Nós nunca tivemos intenção de atrapalhar a construção do estádio para a Copa do Mundo, mas não podemos aceitar danos aos cofres públicos”, disse.
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