Os noticiários nacionais e internacionais falam hoje sobre a onda de
protestos, que ocorrem desde o começo da semana, contra o aumento da
tarifa do transporte público nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
Nesta sexta-feira, as manchetes ganharam maior proporção devido
ao aumento da violência presente nas manifestações de ontem. Os famosos,
claro, não deixaram de se posicionar sobre o assunto.
Polêmico, como sempre, Aguinaldo Silva comentou:
"O que aconteceu enquanto eu estava fora? O Brasil era o paraíso e de
repente virou a Síria, com o povo nas ruas tocando fogo em tudo?! A nova
classe média comprou carro, TV de 500 polegadas, tudo que tinha
direito, e agora protesta por causa da merreca de aumento de ônibus?",
questionou o autor de novelas da Globo no Twitter.
"Continuo sem
entender: quem aumenta os ônibus não é a Prefeitura? A Prefeitura não é
do PT? O que Alckmin tem a ver com isso?", prosseguiu o global. Na
sequência, ele ainda postou: "Ah, sim, o Alckmin botou a polícia na rua.
Mas queriam o quê, que ele deixasse quebrar e incendiar tudo? Alguém
tem que botar ordem na orgia".
Aguinaldo não parou por aí: "Ah, o Metrô, que é do Estado, também aumentou.
Mas não são os ônibus que transportam a maioria da população? Ônibus é com a
Prefeitura... Em Cuba a passagem de ônibus é de graça... Mas quem disse
que lá tem ônibus?".
Preta Gil também deu sua opinião sobre o assunto, por meio do Instagram, na tarde desta sexta-feira. "Boa
tarde, meu Brasil. Hoje é folga aqui em NY, mas não paro de pensar em
tudo que está acontecendo aí no Brasil, sou a favor das manifestações e
contra qualquer tipo de violência!! Ainda mais vindo de quem deveria
cuidar, proteger!!"
O cartunista Mauricio de Sousa deixou sua impressões no Twitter: "Nos dois últimos dias, perdi a conta das ligações telefônicas que não se
completaram no meu celular. Em muitos casos, desisti das ligações pelo celular.
Busquei socorro em telefones fixos. Trens parados, trânsito parado, celulares
parados, soluções... idem. Mas contra a imobilidade, há nossa insistência,
contra a ignorância há nossa consciência. Contra a desesperança há nossa
crença", escreveu.
O apresentador do "CQC" Marcelo Tas
também falou na rede social: "Alô, comentaristas chiques, se não levam
protestos a sério, ouçam o 'El País': 'Brasil não está acostumado com as
ruas'".
O humorista Rafinha Bastos deixou mensagens de
apoio aos manifestantes em sua conta no microblog. "O protesto tá
lindão, mas levantar bandeira de partido f*d* tudo. Abaixa esta m..!".
Ele ainda completou: "A grande maioria das pessoas protestam movidas
pela indignação e não por interesse. Então abaixa esta bandeira,
c*r*lh*!".
A cantora Luiza Possi se mostrou sensibilizada: "Venho de uma família
que lutou pelo poder do povo, na época, contra a Ditadura. Muitos morreram,
outros estão aqui para contar história. Tenho fé que as coisas vão se resolver
e dias de Paz estão por vir. Amém, São Paulo. Sem violência. Sou a favor disso e
não abro", escreveu a artista em sua conta no Twitter.
Por fim, Fabio Assunção
usou o Facebook para abordar o tema: "O trabalhador honesto não pode se
dar ao luxo de tirar quatro dias de folga para depredar o patrimônio
publico. Esse circo onde, de um lado, policiais atiram na imprensa e
quebram os vidros de suas próprias viaturas, e, do outro, alguns
manifestantes que nunca precisaram andar de ônibus não representa
absolutamente a realidade dos brasileiros. Qual é a questão afinal??",
perguntou.

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