A Fundação
Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) prossegue realizando um diagnóstico
cultural na cidade para inventariar os equipamentos culturais disponíveis.
Em uma das pesquisas de campo, uma equipe do projeto, acompanhada do Presidente
Roberto José da Silva, constatou diversas irregularidades em um imóvel situado
no bairro Ferradas, perto da Casa Jorge Amado.
O imóvel tem
como procurador o Senhor Jorge Aloísio Ribeiro Sodré. O contrato de aluguel foi
feito em nome da Fundação Cultural no ano 2000 e era renovado anualmente, porém
sem reajustes em 13 anos. Ainda mais grave que a falta de reajuste é o
desrespeito com o qual o patrimônio cultural do espaço era tratado. O imóvel
está há mais de dois anos inoperante, ainda assim os alugueis foram pagos normalmente
até outubro do ano passado pela gestão anterior. Os diversos documentos e
equipamentos tombados da Prefeitura de Itabuna estão em péssimo estado de
conservação, muitos irrecuperáveis.
Parte da
promessa de gestão do presidente da FICC É ocupar os espaços da cultura, tomando
providências cabíveis, como denuncia ao Ministério Público e encaminhamento. Como
exemplo, o que foi feito com o Programa Ótico para a Infância (POPAI), que até
dezembro de 2012 era gerido irregularmente pela FICC, incluindo pagamento de
alguns funcionários, compras de móveis e aluguel do imóvel.
Segundo o
Presidente DA FICC, Professor Roberto José da Silva, “mapear os espaços
culturais da cidade nos dará condições de entender as necessidades da cidade no
âmbito da cultura e saná-la numa ação plenamente democrática e cidadã”

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